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Política

Mateus Simões critica gestão de Patos de Minas, indica transferência de Regional de Saúde e chama Falcão de mentiroso

Segundo político, cidade patense não quer receber os pacientes do Norte e Noroeste de Minas

Lorena Teixeira2026-05-09Fonte: NTV
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Em uma visita de vistoria nas obras recém-concluídas na MGC-354, no trecho entre Presidente Olegário e Patos de Minas, o governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), chamou o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e o ex-prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), de mentirosos.

A acusação ocorreu na manhã deste sábado (9), após o DNIT ter alegado que a obra não estaria avançando devido à falta da licença ambiental, ou seja, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA).

“Estão dizendo que não são responsáveis por mortes porque eles viram que fizeram ‘piquete’ e aí morreu gente na sequência”, disse o governador.

Além disso, Simões alegou, em coletiva de imprensa, que a ‘politicagem regional’ estaria impedindo o avanço de obras na BR-365, uma das rodovias com mais número de acidentes de trânsito registrados no estado mineiro.

“Fiz o possível no começo deste ano para estadualizar essa obra, mas, infelizmente, a ‘politicagem regional’ não deixou. Teve gente que fez até ‘piquete’ para impedir que isso acontecesse”, declarou.

Saúde

Questionado sobre o anúncio de investimentos para a Regional de Saúde de Patos de Minas, Mateus Simões destacou que está mandando R$ 80 milhões para construir um hospital em Unaí, pois entendeu que a cidade patense não quer receber os pacientes do Norte e Noroeste de Minas. De acordo com o chefe de Estado, a reclamação é contínua de que o município está recebendo muitos pacientes.

“Falaram que estamos dando muitas despesas para Patos de Minas, então, estou mandando R$ 80 milhões para construir um hospital em Unaí, já que Patos de Minas está se sentindo muito sacrificada com o que está acontecendo na região”, ressaltou o político.

Simões ainda disse que não há recusa de recurso para a Saúde, quando questionado sobre os projetos paralisados no Hospital Regional Antônio Dias (HRAD), em Patos de Minas. De acordo com ele, a falta de dinheiro se deve à má gestão e “estão caindo no conto do vigário".