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Ex-prefeito de Patrocínio é condenado a 12 anos de prisão por estupro de vulnerável

Júlio César Elias Cardoso foi detido no dia 13 de dezembro de 2014 sob suspeita de abusar de uma menina de sete anos, amiga da filha dele

Por Aiandra Faria Foto: Arquivo | 13/04/2018 às 09h40

Ex-prefeito de Patrocínio é condenado a 12 anos de prisão por estupro de vulnerável

Foi condenado à 12 anos de prisão, por estupro de vulnerável, Júlio César Elias Cardoso, ex- prefeito de Patrocínio. Júlio Elias foi prefeito da cidade por duas vezes, no período de 1993 a 1996 e de 2005 a 2008. Em 2102 ele tentou voltar à Prefeitura, mas teve o registro impugnando pela Justiça e antes de terminar o processo, renunciou à disputa.

O ex-prefeito foi detido no dia 13 de dezembro de 2014 sob suspeita de abusar de uma menina de sete anos, amiga da filha dele. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado pela polícia, a garota brincava na casa do suspeito, quando ele teria se aproveitado de uma oportunidade em que ela ficou sozinha para obrigá-la a colocar a boca no pênis dele. À polícia, Júlio César negou as acusações e disse que se tratava de perseguição política.

Na época, a delegada responsável pelo caso, Laís Veiga Caetano, informou que a prisão de Júlio Elias foi ratificada pelo Artigo 217 A do Código Penal, de estupro de vulnerável, e que a pena é de 8 a 15 anos de prisão. Júlio César ficou preso na época, mas, conseguiu Habeas Corpus para responder em liberdade. Em fevereiro de 2015, a liminar foi cassada. Ele ficou oito meses foragido e foi localizado pela justiça morando na cidade de Pau D’arco, em Tocantins. Júlio César foi novamente preso, mas, foi solto em novembro de 2015.

Mais de três anos após o crime, foi publicada, em primeira instância, a condenação do ex-prefeito. Júlio Elias foi condenado a 12 anos de prisão e pode recorrer em liberdade. O advogado de defesa dele, informou que já esperava a condenação em primeira instância diante da postura do judiciário durante o processo. Antônio Caixeta, também informou que vai recorrer da  decisão e que confia na absolvição de Júlia Elias nas estâncias superiores.

 

 

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