Moradores denunciam lote com mato alto e animais peçonhentos no bairro Jardim Esperança
Prefeitura de Patos de Minas informou que terreno é de propriedade particular
Os moradores do bairro Jardim Esperança, em Patos de Minas, denunciaram problemas em um lote vago que estaria colocando a vizinhança em risco. A principal preocupação, além do mato alto, é o aparecimento de animais peçonhentos, como cobras e escorpiões.
De acordo com a moradora Cleusa Leal, a situação, localizada na Rua Urucuia, também traz insegurança aos moradores, que convivem diariamente com a possibilidade de os familiares serem picados, sofrendo risco de vida. Para ela, a Prefeitura já teria sido acionada.
“O povo não limpa, eu já pelejei com a postura de limpeza da Prefeitura, mas ninguém veio. Tenho mais de 10 escorpiões dentro da minha casa, subindo pelas paredes do quarto, sala e cozinha. Está infestado”, relatou Cleusa.
No local, havia uma casa abandonada que teria sido demolida pela Prefeitura. Segundo a denúncia, nunca houve limpeza no terreno baldio. A principal cobrança é por uma solução rápida, seja com a higienização ou com a identificação do responsável pela área.
“Eles nunca limparam o lote, nunca capinaram. Eu peço, pelo amor de Deus, que as autoridades não nos abandonem aqui”, destacou a moradora.
Em nota, a Prefeitura de Patos de Minas disse que, dentro das competências legais, já adotou a medida cabível, a qual é a autuação do proprietário pela falta de manutenção do terreno. A multa foi emitida no dia 16 de março de 2026. Leia a nota completa.
Nota Prefeitura
“Informamos que o lote mencionado é de propriedade particular.
Dentro das competências legais do município, já foi adotada a medida cabível, que é a autuação do proprietário pela falta de manutenção do terreno. A multa foi emitida no dia 16 de março de 2026, conforme previsto no art. 262 da Lei Complementar nº 699/2023.
De acordo com a legislação, o proprietário é responsável por manter o lote e o passeio limpos, livres de mato alto, lixo, entulhos, água estagnada ou sucatas. O descumprimento dessa obrigação resultou na aplicação de multa no valor de 400 UFPM, conforme o processo nº 8488-26-PAT-PTR.
A prefeitura segue acompanhando o caso e poderá adotar novas medidas legais cabíveis em caso de não regularização da situação pelo responsável”.
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