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Policiais

Mais de 1,7 mil celulares furtados, roubados ou perdidos são devolvidos aos donos em Minas Gerais

Projeto ajuda identificar pessoas envolvidas na circulação de celulares de origem criminosa

Lorena Teixeira2026-11-05Fonte: Agência Minas
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Mais de 1,7 mil pessoas já recuperaram seus celulares em Minas Gerais por meio do projeto Tá Entregue, da Polícia Civil. Desde o início da iniciativa, em dezembro de 2024, foram recuperados 2.241 aparelhos, dos quais 1.743 já foram devolvidos aos donos.

Neste ano, a ação chegou aos 19 departamentos da Polícia Civil e alcançou 270 municípios e distritos mineiros. Para quem teve o celular furtado, roubado ou perdido, recebê-lo de volta significa recuperar também contatos, documentos, fotos e informações importantes.

Projeto chegou a mais regiões de Minas

As quatro primeiras edições do Tá Entregue foram concentradas em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. Na quinta etapa, o trabalho foi ampliado para outras regiões do estado. Ao todo, 456 celulares foram recuperados nessa fase, com a participação de 74 delegacias regionais e 221 delegacias em 270 municípios e distritos.

Desse total, 323 aparelhos foram separados para devolução aos proprietários em 57 municípios. Até o momento, 211 já foram entregues. Outros 133 celulares ainda serão devolvidos. São aparelhos encontrados em locais distantes da residência dos donos, em alguns casos a mais de 50 quilômetros, podendo chegar a 600 quilômetros. 

Como a Polícia Civil encontra os celulares

O trabalho é feito por meio de cruzamento de informações e análise de dados. A Polícia Civil utiliza o IMEI, número de identificação exclusivo de cada aparelho, para localizar celulares que continuam em uso mesmo após registros de furto, roubo ou extravio.

Quando o aparelho é identificado em posse de outra pessoa, diferente daquela que consta na ocorrência, a Polícia Civil envia uma intimação eletrônica para que o atual usuário apresente o celular e preste esclarecimentos.

Além de devolver os aparelhos aos proprietários, o projeto ajuda a identificar pessoas envolvidas na circulação de celulares de origem criminosa.