Prefeitura de Patos de Minas explica andamento de obra após reclamações sobre estrada do aterro sanitário
Obra começou em 14 de abril deste ano e prevê asfaltamento de cerca de três quilômetros

Moradores que utilizam a estrada de acesso ao aterro sanitário, em Patos de Minas, reclamam da poeira e dos transtornos provocados pelas obras de asfaltamento no local. Diante das queixas, a Prefeitura afirmou que os trabalhos não estão paralisados e seguem dentro do cronograma previsto.
O Jornalismo da NTV esteve na região e ouviu o secretário municipal de Obras Públicas, Marcos José Braga, que explicou o andamento dos serviços e as medidas adotadas para reduzir os impactos enquanto o asfalto não fica pronto. De acordo com ele, a estrada é de grande fluxo de veículos.
“São quase 500 veículos por dia que circulam neste local, ou seja, é uma estrada que demanda manutenção constante. No período chuvoso, os problemas acontecem; é natural. Mas já iniciamos as obras e tudo está correndo dentro das expectativas de 90 a 120 dias para sua execução”, disse.
Asfaltamento
A obra começou no dia 14 de abril deste ano e prevê o asfaltamento de aproximadamente três quilômetros da estrada rural que liga o trevo da Patense ao trevo de acesso às regiões de Córrego Rico e Curraleiro. O trecho é considerado um dos mais movimentados da região, com circulação diária.
Além do fluxo de caminhões, principalmente devido ao acesso ao aterro sanitário do município patense, veículos de produtores rurais e moradores das comunidades próximas também utilizam a estrada. Conforme Marcos José, o projeto também contempla a execução de duas pontes.
O secretário reconheceu que as reclamações dos moradores em relação à poeira são justificadas, mas destacou que os transtornos fazem parte do período de execução da obra. Segundo ele, a Prefeitura tem adotado medidas para amenizar os impactos provocados pelas condições da estrada.
“É natural, e é bom salientar, que obras sempre têm transtornos. Aqui, trabalhamos com caminhão-pipa constante, mas na umidade correta e, muitas das vezes, não conseguimos umedecer toda a linha da estrada. Então, neste período há poeira, assim como temos chuva no período chuvoso”, apontou.
