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Saúde

Aos 28 anos, mulher convive com doença rara que provoca feridas e dores pelo corpo

Adrielly enfrenta a epidermólise bolhosa desde a infância e precisa de curativos especiais, que têm custo elevado.

Matheus Borges2026-09-03Fonte: NTV
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Aos 28 anos, Adrielly, natural de Tiros, no Alto Paranaíba, convive desde a infância com a epidermólise bolhosa, uma doença rara e incurável que provoca bolhas, lesões e ferimentos por todo o corpo.

Além da fragilidade da pele, ela enfrenta outras complicações provocadas pela doença. Adrielly tem estreitamento no esôfago, o que faz com que sua alimentação precise ser líquida. Ela também apresenta atrofia nas mãos e nos pés.

Segundo Adrielly, a dor faz parte da rotina desde que ela se entende por gente. No entanto, há cerca de um ano, ou até mais, os sintomas se intensificaram e passaram a ser ainda mais difíceis de suportar.

Para proteger a pele, aliviar as dores e reduzir o risco de infecções, Adrielly precisa utilizar diariamente curativos especiais. O material é considerado indispensável para os cuidados, mas tem custo elevado.

Além dos desafios impostos pela doença, ela também enfrenta dificuldades financeiras para manter os cuidados necessários.

“Viver em um corpo que adoece não é simples”, relata Adrielly. Para ela, a rotina é marcada não apenas pelas dores físicas, mas também pela preocupação em conseguir os materiais necessários para o tratamento e os cuidados diários.