Após anos de dor, moradora de Patos de Minas busca tratamento para endometriose
Expectativa é conseguir acesso ao tratamento e voltar a ter uma rotina com menos dor

Ioneide Pereira, de 41 anos, convive com dores intensas há anos. Os sintomas começaram ainda na adolescência e se tornaram mais fortes depois do nascimento do filho caçula, hoje com nove anos. Durante muito tempo, ela não sabia o que provocava as dores e precisou buscar atendimento particular.
Entre os diversos exames realizados, Ioneide fez uma ultrassonografia especializada. O resultado apontou endometriose, dando um diagnóstico para uma condição que já fazia parte da rotina dela havia anos. Com o resultado do exame, também veio a indicação médica para realizar uma cirurgia.
“Fizemos uma vaquinha com preparo intestinal, foi aí que descobri uma endometriose profunda. Eu sinto dores constantes no umbigo que descem para a pelve. Eu fico com dor de cabeça, febre, vômito, mal-estar e muito cansaço físico”, disse a mulher.
Alternativa
Sem condições para arcar com consultas, exames e o procedimento na rede particular, Ioneide procurou atendimento pelo sistema público de saúde. Ela afirma que recebeu a informação de que a cirurgia não seria realizada pelo município e que não teria recebido encaminhamento para o tratamento.
Segundo ela, a situação tem afetado sua rotina. Conviver com dor constante significa adaptar o trabalho, os compromissos e até as atividades do dia a dia. Após anos sem saber a causa dos sintomas, Ioneide busca uma alternativa para conseguir realizar o procedimento indicado pelos médicos.
A expectativa é conseguir acesso ao tratamento e voltar a ter uma rotina com menos dor. Os interessados em ajudar ou conhecer melhor a história de Ioneide podem entrar em contato pelo telefone (34) 98425-6038. A NTV entrou em contato com a Prefeitura de Patos de Minas e aguarda resposta.
“Eu preciso de ajuda para conseguir a cirurgia quanto antes. Peço até alimentos, porque não estou conseguindo trabalhar. Sou a base da minha família, tenho filhos e fico ansiosa sem saber para onde correr”, ressaltou Ioneide.
