Polícia Civil desarticula esquema de furtos em série e estima prejuízo de R$ 640 mil no Alto Paranaíba
A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu inquérito que desarticulou um esquema de furtos em série de contentores plásticos de uma fazenda em Rio Paranaíba, com prejuízo estimado em R$ 640 mil
A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu um inquérito que resultou na desarticulação de um esquema criminoso responsável pelo furto em série de contentores plásticos pertencentes a uma propriedade rural em Rio Paranaíba, na região do Alto Paranaíba. O prejuízo causado à vítima foi estimado em aproximadamente R$ 640 mil.
As investigações tiveram início após o proprietário da fazenda identificar que caixas plásticas com a logomarca do empreendimento estavam sendo oferecidas para venda por terceiros, sem qualquer autorização. A partir da denúncia, equipes da PCMG em Rio Paranaíba realizaram levantamentos que levaram à localização e recuperação de milhares de contentores, tanto no próprio município quanto na cidade vizinha de Patrocínio.
De acordo com a polícia, parte do material foi encontrada em imóveis residenciais e em estabelecimentos ligados à atividade de reciclagem. No decorrer da apuração, depoimentos de funcionários, gestores e testemunhas apontaram que a retirada das caixas ocorria de forma contínua, inclusive aos finais de semana e feriados, sempre sem o conhecimento do proprietário da fazenda.Os relatos também indicaram que uma parcela significativa dos contentores subtraídos estava em perfeito estado de conservação, o que contrariava as normas internas da propriedade. Segundo essas regras, apenas caixas danificadas poderiam ser descartadas ou comercializadas.
A investigação foi reforçada por provas técnicas e digitais, como imagens de câmeras de segurança, fotografias, vídeos e áudios extraídos de um aparelho celular apreendido com autorização judicial. O material revelou detalhes das negociações, do carregamento, do transporte e da revenda dos contentores, incluindo transações realizadas para fora do estado de Minas Gerais.
A materialidade dos crimes foi confirmada por meio de boletim de ocorrência, controles internos de estoque apresentados pela vítima, relatórios de recuperação dos bens e laudo pericial de avaliação indireta. Este último estimou o prejuízo com base no valor médio de mercado dos contentores que não foram recuperados.
Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil indiciou os investigados pelos crimes de furto qualificado, receptação qualificada e associação criminosa. O procedimento foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que irão adotar as medidas legais cabíveis.
As investigações tiveram início após o proprietário da fazenda identificar que caixas plásticas com a logomarca do empreendimento estavam sendo oferecidas para venda por terceiros, sem qualquer autorização. A partir da denúncia, equipes da PCMG em Rio Paranaíba realizaram levantamentos que levaram à localização e recuperação de milhares de contentores, tanto no próprio município quanto na cidade vizinha de Patrocínio.
De acordo com a polícia, parte do material foi encontrada em imóveis residenciais e em estabelecimentos ligados à atividade de reciclagem. No decorrer da apuração, depoimentos de funcionários, gestores e testemunhas apontaram que a retirada das caixas ocorria de forma contínua, inclusive aos finais de semana e feriados, sempre sem o conhecimento do proprietário da fazenda.Os relatos também indicaram que uma parcela significativa dos contentores subtraídos estava em perfeito estado de conservação, o que contrariava as normas internas da propriedade. Segundo essas regras, apenas caixas danificadas poderiam ser descartadas ou comercializadas.
A investigação foi reforçada por provas técnicas e digitais, como imagens de câmeras de segurança, fotografias, vídeos e áudios extraídos de um aparelho celular apreendido com autorização judicial. O material revelou detalhes das negociações, do carregamento, do transporte e da revenda dos contentores, incluindo transações realizadas para fora do estado de Minas Gerais.
A materialidade dos crimes foi confirmada por meio de boletim de ocorrência, controles internos de estoque apresentados pela vítima, relatórios de recuperação dos bens e laudo pericial de avaliação indireta. Este último estimou o prejuízo com base no valor médio de mercado dos contentores que não foram recuperados.
Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil indiciou os investigados pelos crimes de furto qualificado, receptação qualificada e associação criminosa. O procedimento foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que irão adotar as medidas legais cabíveis.
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